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Quinta-feira, 5 de Maio de 2011
Auto da Compadecida

 

No fim de semana (re)vi, com enorme prazer o filme “Auto da Compadecida”, baseado na obra, com o mesmo nome de Ariano Suassuna. Não gosto especialmente de cinema brasileiro, mas por vezes a qualidade de alguns filmes surpreende (Cidade de Deus, por exemplo). Neste, quase à maneira de Gil Vicente, somos levados a uma visita à sociedade sertaneja do interior e ao mundo de João Grilo (esperto e mentiroso) e do seu amigo Chicó, o mais cobarde dos homens.

É no fundo uma história de sobrevivência, deixando um amargo de boca na natureza do ser humano, mas deixando ainda lugar para a esperança.


Das muitas frases geniais que o filme tem, e dado o contexto actual, não resisto a partilhar três:

[Chicó acerca das muitas histórias que inventava]: Não sei, só sei que foi assim…

[Deus para a mãe] mamãe, se continuar assim (a salvar pessoas) o Inferno vira repartição Pública: existe mas não funciona!
 

[Chicó para a sua amada]: ‘I love you’, que é morena em francês.
 

Um pequeno extracto  aqui 

 


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publicado por fpais às 11:02

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